quinta-feira, 9 de maio de 2013

O grande conflito e o dilema subconsequente



“Isso poderia ocorrer em nossa geração. 
E, uma vez que estivermos compartilhando 
o planeta com alguma forma de superinteligência 
(falando de máquinas autoconscientes), 
não teríamos a menor chance.”
Will R. Wright, criador da série de jogos The Sims.

Embora a declaração acima seja verdadeira, e o livro “Jogos Universais”, uma obra de ficção, ambos são todavia um alerta para um tema dos mais sérios: nossa grande e crescente dependência da tecnologia.

A história se passa em 2016, quando a vida humana já não consegue mais prescindir da Internet no trabalho e nas inter-relações virtuais, muito mais do que ocorre hoje. Portanto, o mundo conectado em rede é cada vez mais uma necessidade para todos os usuários e empreendedores comerciais, mercados financeiros, instituições científicas, bem como um eficiente meio para a difusão dos fenômenos de massa. Um grande avanço, sem dúvida, mas também o nosso calcanhar de Aquiles.

Pois o que o mundo faria se tivesse que escolher entre desativar justamente a Internet (off total, sem ser possível inoperância de setores apenas, inclusive redes privadas) e continuar com ela, mas tendo que suportar o mal que se aninha ocultamente (sistema ultra-avançado em Inteligência Artificial)?

Se os governos mundiais decidirem em conjunto pela desativação total, então neste dia corporações como Google e outras gigantes, e a reboque cadeias inteiras de “.com”, e ainda milhões de transações bancárias, mananciais de dados científicos e militares, redes sociais e outros segmentos entrariam em falência rapidamente ou se perderiam no apagão digital por tempo indeterminado. Mesmo um computador isolado não estaria inteiramente imune da IA.

E a doença em si tem nome: Horg.


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Para adquirir o livro.

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