terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Google X - o misterioso laboratório da Google.


Um dos laboratórios mais secretos e misteriosos do mundo pertence a poderosa Google Inc, com o codinome "Google X".

Segundo fontes jornalísticas, dentre as quais figura o The New York Times, nas instalações do Google X estariam sendo pesquisados e desenvolvidos inúmeros projetos futuristas. 

O complexo de laboratórios situado principalmente em Mountain View, Califórnia, é tão oculto que muitos funcionários da empresa desconhecem inteiramente a real localização e o que rola de fantástico por lá.

Os projetos mais extraordinários seriam comandados por Sebastian Thrun, reconhecido como um dos maiores expoentes em Inteligência Artificial (IA) do mundo.

Sebastian Thrun

No livro Jogos Universais, o dr. Bob Nesher (engenheiro da Lockheed Martin) vai mais longe nas declarações. Ele revela que o Google X recebeu tal codinome em homenagem ao "Sr. X", um dos grandes intermediários entre nós, reles mortais, e os soberanos Clientes Ocultos.

Assim, o Google X é uma das principais instalações tidas como "Portadoras", com seu vínculo secreto de repasse de projetos inverossímeis, demandas e experimentos de alta tecnologia. 

Uma das organizações ultrassecretas responsáveis por tais aportes seria a H211-LLC em sua multifacetada atividade sigilosa.



Os fundadores da Google, Larry Page e Sergey Brin, são proprietários de uma frota particular de jatos de alta tecnologia. A H211-LLC é justamente a empresa privada que opera tais aeronaves. 

Larry Page e Sergey Brin: co-fundadores da Google Inc.

Em 2007, a NASA assinou um acordo permitindo que a H211 LLC se responsabilize pelas aeronaves da Google na base aérea Moffett Field, nos Estados Unidos. Uma delas consiste do avião de combate Dornier Alpha Jet, a mais recente aquisição da Google autorizada pelo Pentágono.

Dornier Alpha Jet.

Moffett Field.

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Os incríveis Discos Nazistas





Sem dúvida, ele é um sujeito falastrão, porém muito experiente em bases secretas militares. 
Suas credenciais, segundo suas próprias palavras:

"Bob Nesher, engenheiro da Lockheed Martin, setor de Engenharia Aeroespacial. Membro da equipe Skunk Works, escuderia de programas de desenvolvimento avançados".

Bob Nesher faz revelações históricas sobre os discos voadores nazistas num dos capítulos do livro Jogos Universais.

Ele também explica sucintamente o que é a Lockheed Martin:
— É uma corporação privada. E secreta. Trabalhamos para os programas de defesa do governo, dentre outros projetos sigilosos.

Depois, começou a falar sobre a relação entre Hitler (a Alemanhã foi uma importante Portadora) e os Clientes Ocultos:

— No inicio, Hitler nutriu um encantamento mórbido por eles. Tomou-os como modelo e inspiração para o devaneio da “Raça Ariana”. Foi daí que surgiu o projeto Lebensborn, que conduziu experimentos na tentativa de reproduzir a cepa ariana genuína. Em consequência, muitas mulheres geraram, na época, bebês germânicos pretensamente “puros”: ao menos eles tinham cabelos loiros e olhos bem azuis. O programa previa também a criação e educação das crianças aos cuidados da SS, a tropa de elite de Hitler. Nesse caso, refiro-me ao grupo paramilitar mais restrito e portador do emblema da caveira; era a polícia de culto místico regida pela Ordem Negra de Hitler... Os nazistas membros da Sociedade Thule da Bavária, e da Germanenorden, sabiam da existência dos Ultra-Homens ocultos, também ditos “Superiores Desconhecidos” e ainda “Chefes Secretos”. Denominações não faltavam, como podem ver. Hitler acreditava que a raça sobre-humana detinha poderes extraordinários. Também nisso ele almejou se igualar em tecnologia. Ordenou aos seus engenheiros aeronáuticos a construção de versões militares das “aeronaves dos Deuses Nórdicos”. Eu mesmo tive a oportunidade de estudar cópias dos esquemas técnicos originais. Sem dúvida, os aparelhos voadores nazistas eram muito avançados para a época.






— Vou falar um pouco mais sobre eles. No começo, as aeronaves tinham propulsão a rotor. Havia um modelo de disco, chamado Kugelblitz Flugkreisel, dotado de turbinas a jato fabricadas pela BMW. Outras versões foram equipadas com motores adaptados do foguete balístico V-2. Numa fase posterior, os alemães construíram protótipos experimentais mais avançados com base na eletrogravidade. Ainda bem que perderam a guerra e não tiveram tempo de aperfeiçoar seus wunderwaffen, como Hitler chamava os discos voadores nazistas. Teriam dominado o mundo!

Foguete nazista V-2.

— Então, como tantos conhecimentos e recursos extraordinários surgiram num só lugar? Hermann Oberth, destacado engenheiro de Hitler e um dos precursores da moderna astronáutica, declarou seriamente: “Tivemos ajuda de seres de outro mundo.” 

Hermann Oberth

— Consta que Wernher von Braun, outro cientista nazista famoso e o maior responsável dentro da NASA pela façanha de levar o homem à Lua, teria confirmado as palavras de Oberth, anos mais tarde.

Wernher von Braun, depois da Grande Guerra e já trabalhando para a NASA.
Operação "Paperclip":  cientistas alemães a serviço dos Estados Unidos, após a Guerra. Wernher von Braun aparece na foto histórica, na primeira fileira.


— Muitos protótipos aeroespaciais surgiram em consequência do trabalho secreto, e a partir do Projeto Inseto de Prata, destinado ao desenvolvimento de veículos militares em formato discoide. Um protótipo bem conhecido é o Avrocar VZ-9, projetado por Richard Miethe, engenheiro alemão refugiado nos EUA. E são de fato estes os OVNIs observados nos céus do mundo, ao menos durante os anos 1950, isso é certo. Período em que muitos acidentes graves decorreram dos testes militares com as aeronaves experimentais. Querem um exemplo famoso? Roswell, Novo México, 1947. 


Avrocar VZ-9 durante os primeiros testes de voo.

 Richard Miethe
Galeria de fotos dos Discos Voadores Nazistas

As fotos abaixo são originais e retratam os discos nazistas em teste durante a Segunda Guerra Mundial.












No livro Jogos Universais, Bob Nesher faz outras revelações extraordinárias sobre os Clientes Ocultos, sua relação com os nazistas e ainda a chamada "Tecnologia Portadora".

Burning Man


Momento apoteótico do Burning Man: o gigante pega fogo.

— Um... deserto? — a situação pareceu-lhe ainda mais preocupante.
— Sim... — Paul foi atenuando o tom de voz: — É o deserto Black Rock, território norte-americano. Mas nem tudo lá em cima é árido. No noroeste, por exemplo, é possível encontrar regatos, vegetação baixa e animais silvestres. Sei disso porque foi na região que fiz o meu batismo de fogo na Agência (CIA). Coube a mim na época levantar a cortina do festival Burning Man, o ajuntamento mirabolante que acontece em agosto e reúne gente aos milhares, de todos os naipes, e isso em pleno deserto. Já ouviu falar?

Todos os anos, em agosto, uma fauna humana se reúne no deserto Black Rock para celebrar o Burning Man.

O dr. Minamoto nada disse. Continuou a encarar Paul, que achou melhor completar:
— A maioria das tribos customizadas que participam do festival é composta por lunáticos e aventureiros inofensivos. Claro, o time não estaria completo sem os gays e as lésbicas também...



Paul percebeu os olhos arregalados do “professor” fitos nele. Então foi tratando de clarear melhor as coisas, antes que fosse tarde demais, e agora com um ar mais sério:
— Aconteceu que o serviço secreto americano ficou muito atento ao encontro anual. Num lugar árido e escaldante, inteiramente desprovido de faustos, nem comodidades, alguns bilionários influentes começaram a fazer parte daquilo também. Lá se nivelavam à ralé sujeitos às mesmas normas comunitárias. E isso só pelo gostinho do puro espírito aventureiro?

Acampamento (cidadela) formado durante o festival Burning Man em pleno deserto.

Silêncio e um par de olhos o encarando seriamente.
— E depois, quando levantavam acampamento, nem lixo nem detritos ficavam para trás. Suspeito demais... O que atraia fidalgos e grandes homens de negócio para um inferno cheio de pirados e libertinos?
— Eu sei lá, rapaz. Diga-me você que habitou entre eles.
— Pois bem. Descobrimos que o verdadeiro evento anual não é público. Em meio à condensação humana no deserto, uma minoria para lá sempre se desloca a fim de promover, durante o festival de doidos e emancipados, o mais sigiloso e escamoteado intercâmbio deste planeta: negociatas fabulosas, estratagemas e conchavos políticos, alianças comerciais impublicáveis e acertos de todo tipo... Segredos acordados na calada da noite e tendo as estrelas como únicas testemunhas. O senhor compreende o que isso significa?


Silêncio.

— É o mesmo que dizer sem interceptação na Internet, ou mediante qualquer outro meio espião usual. Aqueles figurões sentam seus traseiros ricos no chão, à maneira pré-histórica. Nus em pelo e face a face, sem celulares nem mais nada. Eles assim se colocam bem longe de grampos eletrônicos, microcâmeras ou softwares de rastreamento. Pois os poderosos sabem muito bem que não existe mais privacidade no mundo hoje em dia.

H211-LLC




O nome da empresa não diz nada. É tão enigmático quanto seus fins.
Tudo o que se sabe a respeito da H211-LLC é que atua junto com a NASA e mantém parcerias com algumas outras empresas poderosas, como a Google Inc.

No livro Jogos Universais, a H211-LLC é revelada como uma das organizações misteriosas através das quais os Clientes Ocultos repassam tecnologia e endereçam avanços ou encomendas a outras empresas, agências e laboratórios, inclusive as secretíssimas instalações do Google-X, em Mountain View, Califórnia. Tais entidades e organizações são denominados "Portadores".


Rodney Brooks

"Eles estão muito na frente agora."
Rodney Brooks, professor emérito de Ciência
da Computação do MIT, referindo-se ao misterioso
laboratório que abriga os projetos do Google X.

Os executivos da Google Inc ofereceram ajuda financeira para a restauração do icônico Hangar One, em Moffett Field, segundo informou Ken Ambrose, diretor da H211 LLC.

Hangar One

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Repercussão mundial sobre a ação dos horgs.




Fevereiro de 2016.
Um grande especialista em jogos eletrônicos comentou na imprensa americana:


“Com os Jogos Universais estamos reeditando o terror dos monstrengos do velho Doom, na época em que este jogo surgiu e virou uma tremenda febre mundial. Agora são os horgs que estão infestando o planeta, e a cada dia aparecem mais deles pelas ruas! Toda a diplomacia falha com eles, pois desta vez somos nós os “demônios bárbaros” na ação de tiro em primeira pessoa! Cidadãos reais estão sendo abatidos como animais! Este game dantesco está redefinindo drasticamente o modo como jogamos on-line e vivemos a realidade.




Os Jogos Universais não são uma brincadeira artificial. E os horgs não são virtuais. Eles não são uma simulação. Não são imaginários. Não é mais o real interagindo com o virtual. Agora é a própria virtualidade tornada realidade! Os horgs são a imersão do Inferno na vida em que vivemos. São os protagonistas do terror, enquanto andam pelas ruas escolhendo suas vítimas ocasionais, espalhando uma onda de crimes sem roteiro predefinido.




Tudo é imprevisível e trágico neste jogo maldito. Além disso, o superprograma por detrás da tecnologia XT-War permite expansões criadas pelos próprios jogadores. Com isso é possível modificar e variar os horgs sobrepondo-lhes personalizações e atributos bem específicos. A interface do jogo não somente é de acesso livre, como também é virtualizada e tem compatibilidade universal de plataformas. Qualquer um pode jogar a partir do seu PC, Mac, smartphone, tablet ou de uma Smart TV. Você pode detonar seu bairro inteiro com um simples celular e poucos botões na tela, se assim quiser. Há também versões 3D on-line compatíveis com os consoles das linhas Microsoft, Sony e Nitendo. O processamento pesado é executado inteiramente em ambiente cloud, onde o jogador dispõe dos recursos de suas ações e armazena os datalogs de desempenho dos avatares. Sobre este último aspecto, eu diria: é a ‘telemetria do Apocalipse’... Mas há um porém bem sério a considerar: os registros de máquinas e estatísticas não são rastreáveis, nem mesmo podem ser inspecionados por qualquer meio conhecido. Sabemos que até de uma webcam desligada os investigadores podem rastrear as imagens por IP. Mas algo muito poderoso está blindando os computadores dos usuários deste jogo, deixando-os invisíveis na Internet. Nenhuma técnica forense é eficaz, para desespero dos peritos atrás de pistas digitais. Se os agentes apreenderem equipamento supostamente criminoso numa busca doméstica, é certo que não vão encontrar o que mais procuram. Tanto as evidências voláteis quanto as persistentes vão desaparecer antes disso. E nenhum software de recuperação terá sucesso no resgate da informação perdida. É bem assim que, entrincheirados em suas casas, ou ousando sair às ruas portando gadgets feito armas, os jogadores anônimos e aqueles mais audazes estão dando vazão a um ímpeto de delitos que nossa civilização jamais viu igual: os horgs estão sendo empregados como gládios da morte!”.



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